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SMS / ACIDENTE

Posted: 03/03/2011 in Uncategorized

Você sabe ajustar os espelhos do seu carro? A TV Foca mostra a importância de uma regulagem correta dos retrovisores.

Os veículos novos vendidos no país, já vêm equipados com três espelhos retrovisores. Mas por quê três? Simples e óbvio: o espelho interno central para enxergar diretamente o tráfego atrás do seu veículo e os laterais para enxergar o tráfego das pistas laterais.


São nos espelhos laterais que estão o maior erro de utilização.
A grande maioria dos motoristas posicionam os espelhos laterais de modo a enxergar a lateral do veículo e o tráfego atrás do mesmo. A posição à 90º é muito pouco utilizada e, por incrível que pareça, isto é causador de muitos acidentes.

Baixe a apresentação animada completa (em pps – 285KB). DOWNLOAD GRATIS


Existem pelo menos mais 5 bons motivos para manter os espelhos à 90º:
– Você não precisará olhar sobre seus ombros (embora não seja uma má idéia);
– Você dará apenas uma rápida olhada no espelho para ver o ponto cego (sem ter que olhar sobre os ombros e perder alguns segundos da visão à sua frente);
– Ao olhar pelo espelho você manterá a atenção no que está à sua frente;
– Você terá uma visão de 360º do veículo, incluindo os pontos cegos dos espelhos.
– À noite, os faróis de quem vem atrás de você não refletirão em todos os espelhos ao mesmo tempo.

Vale lembrar que muitos espelhos são levemente convexos (curvados) o que aumenta ainda mais a visão perimetral, mas alteram a percepção de distância, fazendo com que os outros carros pareçam estar mais longe do que realmente estão.
Além de mais segurança, esta posição dos espelhos a 90º também oferece mais comodidade.
Pode demorar um pouco para acostumar-se com a nova posição dos espelhos, mas em nome da segurança, persista um pouco. Eu já mudei, persisti por um ou dois dias, e já notei a diferença. VALE A PENA.

Leia mais: http://motorsa.com.br/2009/07/retrovisores-e-seus-pontos-cegos/#ixzz1EFLxlmBv
Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives

 

Portugal é o país da União Europeia onde mais jovens têm computador portátil e mais acedem à Internet a partir do quarto, um comportamento que os expõe a riscos, como acesso a sites impróprios ou conversas com desconhecidos.SAPO/Lusa

Estes dados constam de um estudo europeu, hoje apresentado na Universidade Nova em Lisboa, que alerta também para a falta de competências das crianças para a utilização da Internet e dos próprios educadores para as acompanhar e ensinar.

Segundo o estudo, baseado num inquérito realizado em 25 países europeus, Portugal lidera nas crianças com portáteis, 65 por cento, contra 24 por cento da média europeia.

Ana Nunes de Almeida, investigadora do Instituto de Ciências Sociais, assinalou que “Portugal entrou tarde na modernidade, mas a penetração da Internet nos lares portugueses foi vertiginosa”.

Mas a maior preocupação prende-se com a tendência de utilização do computador no quarto, outro aspeto em que Portugal lidera, com 67 por cento, contra os 49 por cento europeus.

Ana Nunes de Almeida sublinha o paradoxo: os pais querem tirar as crianças da rua para as protegerem dos perigos e dos predadores e “fecham-nas em playgrounds digitais onde as crianças fazem a viagem que lhes apetece pelo mundo virtual infindável”.

“Será um sinal de individualização e autonomia concedida pelos pais ou o resultado do fosso geracional brutal que há em Portugal em que os pais são excluídos?”, questiona, mostrando-se inclinada a acreditar na segunda opção.

Rita Espanha, investigadora do ISCTE, concordou com a teoria do fosso geracional, lembrando que há um elevado número de crianças que são as únicas utilizadoras de Internet em casa.

Este é um problema que conduz a outro: a falta de formação dos pais. Como frisou Rita Espanha, a pouca formação dos educadores leva-os a associar a utilização da Internet ao trabalho escolar e aceitam a sua utilização no quarto.

“São pais que não sabem controlar, nem como controlar, e o domínio é das crianças”, afirmou.

Graça Simões, da UMIC, agência para a sociedade do conhecimento, considera que importa “controlar”, não no sentido de proibir, mas de “orientar o uso”, tal como se faz para ensinar a atravessar as estradas.

“O mais importante é fazer um esforço visando a população em geral, familiares e professores. É necessário um olhar particular para os familiares adultos que estão arredados do acesso e uso da Internet. Temos que olhar para esta população como educadores e não fechar a área de intervenção olhando só para as crianças”, afirmou.

A formação foi, aliás, a tónica dominante do debate, com a coordenadora nacional do estudo, Cristina Ponte, a lembrar que o programa Magalhães teve um papel de peso no acesso das crianças ao computador e à Internet, mas que “a aquisição de conhecimentos foi desvalorizada”.

“É preciso transformar o acesso em conhecimento. O conhecimento não brota naturalmente das teclas. A utilização das crianças é fundamentalmente facebook, jogos e busca e cópia de informação para os trabalhos de casa”, declarou a investigadora, destacando a necessidade de “puxar as crianças para a informatização”.

Como exemplos refere uma utilização da Internet mais criativa, construtiva e de escrita, como por exemplo a criação de um blog.

Dia Internet Segura 2011

Semana SeguraNet

Posted: 29/01/2011 in Uncategorized

SEGURANET
As TIC são hoje um lugar-comum na sociedade e também nas escolas. Só fazem sentido se os utilizadores as souberem usar em seu benefício, de forma segura, crítica e esclarecida.

No dia 8 de Fevereiro de 2011 comemora-se o Dia da Internet Segura. Para que este dia seja assinalado na comunidade escolar, convidamos todas as escolas a dinamizarem actividades sobre as temáticas relacionadas com a Segurança na Internet, na segunda semana de Fevereiro de 2011.

Vamos envolver a escola! Esta é a oportunidade perfeita para introduzir, ou reforçar, o tema da Segurança na Internet entre os alunos, professores, funcionários escolares, encarregados de educação e pais, bem como consolidar os conceitos que, eventualmente, terão sido, ou virão a ser, abordados na sala de aula.

Convidamos a comunidade escolar de todas as escolas públicas e privadas, da educação pré-escolar ao ensino secundário, a juntarem-se a esta iniciativa..

Para apoiar as escolas no desenvolvimento de actividades próprias na semana de 7 a 11 de Fevereiro de 2011, disponibilizamos sugestões e conteúdos de apoio. Para darmos a merecida visibilidade à iniciativa de cada escola/agrupamento, solicitamos que procedam ao registo das escolas ou agrupamentos preenchendo um formulário simplificado (aqui).

ANSR

Posted: 27/11/2010 in Uncategorized

Segurança rodoviária
Velocidade
Álcool
Sistema de retenção de crianças
Telemóvel
Estacionamento

As crianças são especialmente vulneráveis. Todos os anos, morrem mais de 1100 crianças com menos de 15 anos nas estradas europeias e 100 000 são feridas em acidentes rodoviários.
Cintos de segurança e sistemas de retenção para crianças
Os cintos de segurança podem reduzir o risco de lesões em caso de acidente. Ao abrigo da legislação europeia, os cintos de segurança devem ser utilizados em todos os veículos automóveis. As crianças com mais de 1,35 m podem utilizar um cinto de segurança de adulto. As crianças com menos de 1,35 m devem utilizar um equipamento adequado ao seu tamanho e peso quando viajam num automóvel ou num veículo pesado. É proibido utilizar um assento de criança virado para a retaguarda no banco da frente, a não ser que o “airbag” (almofada de ar) tenha sido desactivado.

O projecto CHILD procura estudar as formas como ocorrem os ferimentos e lesões das crianças nos acidentes rodoviários. As suas conclusões deverão ajudar a melhorar o fabrico das cadeiras para crianças.
Ciclistas e peões infantis

Tanto os pais como os professores podem ensinar às crianças algumas regras de segurança rodoviária aplicáveis aos peões (aprendizagem pela prática). Mas as crianças deveriam ter uma aprendizagem relativamente formal de algumas regras básicas do código da estrada antes de poderem andar de bicicleta na estrada. Tal como os adultos, as crianças deveriam usar capacete sempre que andam de bicicleta.

Entre os resultados do projecto ROSE 25, assinala-se uma brochura com directrizes europeias sobre a segurança rodoviária e os jovens, baseadas na experiência de 25 países da UE.

Mais sobre a segurança rodoviária para os ciclistas

Mais sobre a segurança rodoviária para os peões